domingo, 31 de maio de 2009


"...eu só peço a Deus um pouco de malandragem", "...exagerado, jogado a seus pés, eu sou mesmo exagerado...", "...e eu vou tratá-la bem, pra que ela não tenha medo, quando começar a conhecer meus segredos...".

Assim foi o show de Frejat na tarde deste domingo no Shopping Mterô Tatuapé. Além das músicas dos trechos acima, foram tocados sucessos de sua carreira solo, músicas de Cássia Eller, Renato Russo, Cazuza e Barão Vermelho.

O show foi gratuito, com duração de aproximadamente uma hora e teve a presença de um bom público, que lotou os corredores do shopping ao ponto de tornar intransitável o piso térreo do shopping (onde se encontrava o palco) e provocar grande aglomeração de pessoas nas escadarias e nos corredores de outros andares.

Fou uma apresentação muito agradável, onde podíamos encontrar desde os mais jovens até pessoas mais "experientes". Os maiores sucessos foram cantados em coro pelo público, que pode desfrutar bem do belo show.

sábado, 30 de maio de 2009


Foto: Amanda Mackeldey


São Paulo...
Cidade de contrastes...
Uma metrópole...
Terra da garoa...
A Amazônia de concreto...
Uma cidade que acorda, enquanto muitas outras estão dormindo...
Uma cidade que dorme, melhor, quase não dorme, pois preocupa-se com o amanhã...
Pessoas apressadas com seus compromissos, tarefas, estudos...
Quase não reparamos nas belezas ocultas desta capital, ocultas não por estarem "escondidas", mas a pressa do dia-a-dia não nos deixa reparar em seus detalhes...
Enquanto alguns dormem, para se recompor de seu duro dia de labuta, outros estão na noite proporcionando a diversão de pessoas, ou então mantendo alguns elementos essenciais, como manutenção da rede metroviária, ferroviária e de ônibus, para que no próximo dia, aquele que "descansou" possa retomar seu dia de trabalho.
A cidade não pára. Seja dia, seja noite, seja sol ou seja chuva, São Paulo sempre está trabalhando...
Sempre reclamamos que não temos tempo para nada, mas será que não temos tempo ou não sabemos aproveitá-lo?
Já ouvi dizerem: "...se tivéssemos 48 horas por dia...". Tenho certeza, se nos fossem concedidas 48 horas por dia, estaríamos trabalhando e estudando em 38 horas e as outras 6 horas restariam para as atividades em casa, sendo que dormiríamos o mesmo tempo que dormimos com 24 horas. É... Isso é coisa de paulista!
Saindo à noite pela cidade é possível reparar nas belezas "ocultas" que citei acima. Ou até mesmo em um domingo.
Parques, monumentos, praças, lugares exóticos, históricos... Tudo se encontra na capital, basta procurar.
A noite paulistana é facinante. Bares, baladas, pubs, shows... Para todos os gostos existe algo para se entreter.
Até mesmo quem não gosta destes tipos de entretenimento tem opções na cidade. Como já foi dito, lugares históricos, monumentos e parques dão o tom a quem quer algo mais simples.
Muitos músicos e poetas já falaram de São Paulo, a inspiração é natural, e parece que há esse consenso que diz (apesar da redundância): "A cidade não pára".

quinta-feira, 28 de maio de 2009

Para descontrair... É antiguinho...

Desculpas usadas pelas mulheres:
1. Penso em você como um irmão. (Você me lembra um pré-adolescente espinhento que fica jogando Tibia o dia todo.)
2. Tem uma pequena diferença de idade entre nós. (Não quero trepar com meu avô.)
3. Não estou atraída em você ‘dessa’ maneira. (Você é o ogro mais feio que meus olhos já avistaram.)
4. Minha vida anda muito complicada nesse momento. (Não quero que você fique toda noite aqui, se não você vai ouvir as ligações dos outros caras com quem eu estou saindo.)
5. Eu tenho um namorado. (Eu prefiro ficar em casa com meu gato e uma garrafa de vodca.)
6. Eu não saio com caras do trabalho. (Eu não sairia com você nem se estivéssemos no mesmo ’sistema solar’, muito menos no mesmo prédio.)
7. Não é você, sou eu. (É você.)
8. Estou concentrada na minha carreira. (Até algo tão chato e sem futuro como meu trabalho é mais interessante que você.)
9. Sou celibatária. (Jurei a Deus que não dormiria com homens, do seu tipo.)
10. Vamos ser amigos. (Eu quero que você fique por aí, só para eu contar todos os detalhes prazerosos dos meus relacionamentos carnais. Deve ser aquela história de perspectiva masculina.)

Já os homens são menos seletivos, e mais incisos na hora de se desculpar:

1. Te vejo como uma irmã. (Você é feia.)
2. Tem uma pequena diferença de idade entre nós. (Você é feia.)
3. Não estou atraído a você ‘dessa’ maneira. (Você é feia.)
4. Minha vida está muito complicada agora. (Você é feia.)
5. Tenho uma namorada. (Você é feia.)
6. Não saio com colegas de trabalho. (Você é feia.)
7. Não é você, sou eu. (Você é feia.)
8. Estou me concentrando na minha carreira. (Você é feia.)
9. Sou celibatário. (Você é feia.)
10. Vamos ser amigos. (Você é feia pra caralho.)

quarta-feira, 27 de maio de 2009

Bem, hoje não estarei tecendo meus comentários pertinentes sobre algo que venha em mente, mas deixo este vídeo de um comercial que eu achei muito criativo. Algumas propagandas me facinam pela simplicidade na transmissão da mensagem, ou seja, de modo simples e rápido a propaganda fala por si e apresenta seu significado. Gosto também das que inovam, que chamam a atenção de um modo criativo, não sendo vulgar, muito menos apelativa. Parabéns às cabeças pensantes que fazem do mundo publicitário um lugar bom de se viver.


terça-feira, 26 de maio de 2009

Hoje tem jogo do Tricolor mais querido do mundo. A equipe do São Paulo enfrenta o Cruzeiro, em Belo Horizonte, Minas Gerais, pela Taça Libertadores da América. Será o primeiro jogo das quartas-de-final. Vamos São Paulo!!!

Ps: A camiseta acima é em homenagem a uma pessoa que eu gosto muito, apesar de ser corinthiana... auhsuahushausauhsauhsuah!!!
Com quase um mês de atraso, estou eu aqui, pronto para tecer comentários sobre um dos eventos que, podemos dizer, parou a cidade, ou melhor, movimentou a cidade.


Foram dois dias de muita cultura, artes diversas, como música, dança, artes cênicas, entre outras manifestações artísticas. Como podem perceber, estou falando da Virada Cultural.


A Virada Cultural é um evento que reúne, como o popularmente dito, várias tribos. Rock, MPB, samba, música eletrônica de diversas vibes, rap, reggae, diversos estilos e cores se misturam em busca de diversão.


Do ponto de vista de evento para atrair multidões, a Virada é um sucesso. Muitos saem de diversas regiões da cidade e dos arredores da Grande São Paulo para curtir os shows. Vemos pessoas humildes, abastadas, caretas, bêbadas, drogadas, nóias, corinthianos, enfim, de tudo um pouco.

Particularmente eu gostei muito mais das primeiras "viradas culturais", onde não havia tantas pessoas e o deslocamento de um show para outro era bem mais fácil. Sem contar que o grande número de pessoas também chama a atenção de grupos não muito bem intencionadas (presenciei o furto de uma câmera fotográfica - não se pode perder a atenção em seus pertences em eventos de grande vulto).

Falando da parte boa, os shows foram ótimos, pontuais e animaram seus respectivos públicos, seja o brega, o pop, o reggae, o rock ou MPB, todos puderam desfrutar de repertórios conhecidos e outros nem tanto, mas de igual empolgação. Tivemos Tom Zé, homenagens a Tim Maia e Raul Seixas, Velhas Virgens, Camisa de Vênus, Cordel do Fogo Encantado, Maria Rita, Zeca Baleiro, entre tantos outros artistas renomados e mais alguns desconhecidos do grande público.

Sugiro que haja um replanejamento do evento, pois a cada ano mais e mais pessoas comparecem aos shows, e quanto mais pessoas...

segunda-feira, 25 de maio de 2009

Domingo, dia 24 de maio de 2009

Neste domingo foi realizado um show com Jorge Ben no Via Funchal, foi o fechamento do festival Cultura Inglesa.

Em meio a um público de cerca de não sei quantas pessoas (eu não contei), Jorge "desferiu" suas músicas de forma animada e contagiante. Algo que chamou a atenção do público foi o fato de algumas músicas, como "..para animar a festa...", "moro num país tropical" e "...têtêtêtêrêtê..." terem sua duração prolongada, ao ponto de ninguém mais saber quando iriam terminar. Será que o nosso bom e velho amigo Jorge está ficando gagá?

Brincadeiras à parte, o show foi ótimo. A banda do Zé Pretinho teve atuação quase impecável, e foi perceptível o quase, pois em alguns momentos era possível escutar nosso querido Jorge chamando a atenção de seus companheiros: "...aumenta o baixo!", "diminui o bumbo", "toca essa porra direito...", "toca que nem macho".

O público estava animado. Tínhamos desde os mais fanáticos fãs, até pessoas que, suponho, não sabiam nem quem ele era, passando por "inimigos do ritmo"(quem viu estes seres dançando tem idéia do que estou dizendo).

Algumas "piriguetes" subiram ao palco para "dançar", a convite da produção. Não fizeram feio, apenas não sabiam sambar (mal sabiam elas que depois que subiram ao palco só se escutou samba)... O que tem de errado?
É um alívio...
Quando sinto a adrenalina subindo pelo meu corpo...
A tensão...
O medo de errar...
Tudo se mistura em um instante inexplicável...
A sensação de perigo desperta nas pessoas um sentimento diferente...
Seja ele bom ou mal...
No meu caso, é um exercício, um anti-stress...
Parece que todos os problemas são superados, ficam todos para trás...
A "Magic Love Goleta from Hell", como diz o Gabriel, é o meu refúgio...
A velocidade é o meu remédio...